Porcalhota

Eça de Queirós — A Tragédia da Rua das Flores
Na Porcalhota, enquanto os cavalos descansavam e o Toirão bebia um cálice de aguardente, foi andando a pé. Escurecia já, e no ar frio duas estrelinhas luziam. Havia um silêncio, e só à distância se arrastava o ladrar lento dum cão. Parou então. A estrada ia entre dois muros baixos de pedras soltas, e para além os campos magros estendiam-se, perdendo-se na obscuridade difusa, com alguma árvore, que… ver mais
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