Criado em 1931 pelo pintor portuense Joaquim Lopes, este mural cerâmico ocupa um lugar central na Praça da República, decorando o desnível entre a praça e o Jardim das Mães.
O painel retrata com pormenor a vida rural da região no início do século XX. Através de cenas ricamente detalhadas, os azulejos capturam momentos quotidianos: pastores com os seus cajados e mantas, jovens a tocar …
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Criado em 1931 pelo pintor portuense Joaquim Lopes, este mural cerâmico ocupa um lugar central na Praça da República, decorando o desnível entre a praça e o Jardim das Mães.
O painel retrata com pormenor a vida rural da região no início do século XX. Através de cenas ricamente detalhadas, os azulejos capturam momentos quotidianos: pastores com os seus cajados e mantas, jovens a tocar flauta, feiras de gado e mercados locais. As figuras usam roupas típicas da época, como a característica capucha do Caramulo.
Produzido pela Fábrica do Agueiro de Vila Nova de Gaia, o trabalho combina tons de azul e branco numa composição que documenta os ofícios e costumes tradicionais. Na base do painel, um friso decorativo com motivos florais complementa as cenas principais, incluindo cinco representações de uma torre de castelo.
Mais do que um simples elemento decorativo, o painel simboliza um momento crucial na transformação urbana de Viseu, refletindo a visão modernista e o impulso cultural promovido por figuras como o Capitão Almeida Moreira.
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