No centro histórico de Guimarães, o Convento das Capuchinhas revela a riqueza arquitetónica e religiosa do século XVII. Fundado em 1681 por Catarina Chagas, o convento nasceu de um anterior recolhimento dedicado a Santa Isabel. A igreja, de planta longitudinal, conserva elementos arquitetónicos barrocos distintivos, como a fachada com portal saliente, nicho ladeado por pináculos e volutas.
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No centro histórico de Guimarães, o Convento das Capuchinhas revela a riqueza arquitetónica e religiosa do século XVII. Fundado em 1681 por Catarina Chagas, o convento nasceu de um anterior recolhimento dedicado a Santa Isabel. A igreja, de planta longitudinal, conserva elementos arquitetónicos barrocos distintivos, como a fachada com portal saliente, nicho ladeado por pináculos e volutas.
O interior guarda um tesouro artístico: seis painéis de azulejos do século XVIII, atribuídos ao monogramista P.M.P., retratam cenas da Vida da Sagrada Família. Estes azulejos, com molduras claramente barrocas, representam momentos como o Sonho de São José, a Anunciação e a Adoração dos Pastores.
O claustro, elemento original preservado, alberga um chafariz setecentista. Pormenores como a coroa de prata de Nossa Senhora, oferecida pelo rei, e o resplendor de São José, presenteado pelo príncipe D. José, testemunham a importância da instituição.
Ao longo dos séculos, o convento adaptou-se: acolheu as Oficinas de São José e posteriormente o Centro Juvenil de São José, mantendo sempre o traçado original simples da igreja e do claustro.
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