A atual construção da Igreja de Santa Maria da Graça data da segunda metade do século XVI, resultado de uma reconstrução ordenada por D. Manuel I, com projeto atribuído ao arquiteto António Rodrigues.
A fachada principal impressiona pela sua imponência, com duas torres sineiras ladeando um corpo central e um terraço serliano que antecede o portal principal. No interior, colunas toscan…
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A atual construção da Igreja de Santa Maria da Graça data da segunda metade do século XVI, resultado de uma reconstrução ordenada por D. Manuel I, com projeto atribuído ao arquiteto António Rodrigues.
A fachada principal impressiona pela sua imponência, com duas torres sineiras ladeando um corpo central e um terraço serliano que antecede o portal principal. No interior, colunas toscanas criam uma sensação de unidade espacial, suportando arcos decorados com pinturas e ferroneries dos séculos XVII e XVIII.
Os elementos decorativos revelam a riqueza artística do templo: azulejos policromos nas naves representando cenas da vida da Virgem, retábulos em talha dourada, e um magnifico retábulo-mor executado por José Rodrigues Ramalho e dourado por Vicente Nunes em 1716.
Em 1975, a igreja foi elevada a catedral da Diocese de Setúbal, mantendo a sua importância histórica e religiosa. Os visitantes podem observar pormenores como as capelas laterais, os painéis de azulejos e os elementos decorativos que contam a história de Setúbal através da sua arquitetura e arte.
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