Rua das Janelas Verdes

Eça de Queirós — O Mandarim
Depois, apopléctico, atirava-me para o fundo do coupé - e lá ia às Janelas Verdes, onde nutria, num jardim de serralho, entre requintes muçulmanos, um viveiro de fêmeas: revestiam-me de uma túnica de seda fresca e perfumada, - e eu abandonava-me a delícias abomináveis.
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