A Quinta de São João do Rio, erguida nos finais do século XVII, é uma joia do rococó português que encanta pela elegância dos seus jardins e pela história notável que encerra. Inicialmente propriedade de D. Marco António de Azevedo Coutinho, diplomata e secretário de Estado de D. João V, a quinta passou para as mãos do célebre Marquês de Pombal em meados do século XVIII, tornando-se depois part…
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A Quinta de São João do Rio, erguida nos finais do século XVII, é uma joia do rococó português que encanta pela elegância dos seus jardins e pela história notável que encerra. Inicialmente propriedade de D. Marco António de Azevedo Coutinho, diplomata e secretário de Estado de D. João V, a quinta passou para as mãos do célebre Marquês de Pombal em meados do século XVIII, tornando-se depois parte do morgadio do seu segundo filho, o Conde da Redinha.
O portão de entrada, ainda preservado com o brasão original, é ladeado por bustos de mármore em estilo grego, conferindo ao conjunto um ar de distinção aristocrática. A casa actual, reconstruída no último quartel de Setecentos, mantém a fisionomia exterior original, embora os interiores tenham sido descaracterizados por obras de adaptação.
A família Palha, proprietária durante cerca de um século, recebeu aqui personalidades de relevo. Uma delas foi Júlio Verne, aquando da sua visita a Lisboa em junhho de 1878.
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