Também designada por Igreja de Aljubarrota, está localizada no território histórico vinculado ao Mosteiro de Alcobaça e apresenta uma evolução arquitetónica complexa que atravessa vários séculos. Construída originalmente no século XIII, o templo conserva o seu portal principal ainda com características românticas, elemento que testemunha a sua génese medieval.
No século XIV, a igreja…
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Também designada por Igreja de Aljubarrota, está localizada no território histórico vinculado ao Mosteiro de Alcobaça e apresenta uma evolução arquitetónica complexa que atravessa vários séculos. Construída originalmente no século XIII, o templo conserva o seu portal principal ainda com características românticas, elemento que testemunha a sua génese medieval.
No século XIV, a igreja acolheu a última morada de Martim Palença e sua esposa, que estabeleceram uma capela funerária do lado da Epístola, com arcas tumulares inseridas em arcossólios apontados. Uma tradição local associa o local a D. Nuno Álvares Pereira, que supostamente terá rezado neste espaço antes da Batalha de Aljubarrota, embora não exista comprovação documental.
Ao longo dos séculos, o templo foi sofrendo modificações significativas. Nos meados do século XVI, a nave e a torre sineira foram reconstruídas, incluindo a adição de uma capela batismal. Em 1596, uma nova capela privada de cariz maneirista foi acrescentada, patrocinada por Isabel Cordeiro, com um portal com pilastras e cobertura em abóbada de caixotões.
O período barroco trouxe novos elementos arquitetónicos, com a construção de dois corpos adossados à cabeceira, posteriormente demolidos, mas dos quais subsistem alguns elementos. No interior, foram introduzidos novos retábulos joaninos.
Parcialmente restaurada na década de 1970, a igreja permanece um importante marco arquitetónico
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