Em Lisboa, junto à Praça de Espanha, a Fundação Calouste Gulbenkian emerge como um marco singular da arquitetura modernista portuguesa. Projetada entre 1959 e 1960 pelos arquitetos Ruy Athouguia, Pedro Cid e Alberto Pessoa, a fundação ocupa 7,5 hectares de terreno, combinando harmoniosamente edifícios, museu e parque.
O complexo arquitetónico, inaugurado em 1969, traduz uma conceção i…
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Em Lisboa, junto à Praça de Espanha, a Fundação Calouste Gulbenkian emerge como um marco singular da arquitetura modernista portuguesa. Projetada entre 1959 e 1960 pelos arquitetos Ruy Athouguia, Pedro Cid e Alberto Pessoa, a fundação ocupa 7,5 hectares de terreno, combinando harmoniosamente edifícios, museu e parque.
O complexo arquitetónico, inaugurado em 1969, traduz uma conceção inovadora que articula funcionalidade e estética. O edifício-sede, com 125 metros de comprimento, distribui-se por seis pisos e integra espaços administrativos, salas de espetáculos e exposições. O Grande Auditório, com capacidade para 1300 pessoas, destaca-se como elemento central, comunicando visualmente com o lago e o parque envolvente.
A fundação, criada por disposição testamentária de Calouste Sarkis Gulbenkian, prossegue objetivos de educação, ciência, beneficência e artes. O conjunto arquitetónico, que inclui o Museu e o Centro de Arte Moderna, foi distinguido com o Prémio Valmor em 1975, reconhecendo a sua excecional qualidade arquitetónica e paisagística.
Os visitantes podem explorar coleções de arte, assistir a espetáculos e desfrutar do parque projetado pelo arquiteto paisagista Ribeiro Telles, num espaço que celebra a herança cultural portuguesa.
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