Construído em 1770, durante o período pombalino, o Palácio dos Irmãos Stephens integrava originalmente o complexo da Fábrica de Vidros, fundada em 1769 por Guilherme Stephens.
A residência, inspirada nas elegantes casas urbanas francesas, desenvolve-se em três corpos arquitetónicos, com uma fachada marcada por pilastras e balaustrada. O corpo central, coroado por um frontão triangular…
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Construído em 1770, durante o período pombalino, o Palácio dos Irmãos Stephens integrava originalmente o complexo da Fábrica de Vidros, fundada em 1769 por Guilherme Stephens.
A residência, inspirada nas elegantes casas urbanas francesas, desenvolve-se em três corpos arquitetónicos, com uma fachada marcada por pilastras e balaustrada. O corpo central, coroado por um frontão triangular, destaca-se pela composição harmoniosa, com portal em arco abatido ladeado por colunas dóricas.
Para além da habitação, o conjunto fabril incluía oficinas de cristal, lapidação, forja, cavalariças e surpreendentemente, um teatro e sala de concertos. Após a morte de João Diogo Stephens em 1826, o estado assumiu a propriedade, arrendando-a posteriormente.
Em 1998, o edifício foi transformado no Museu do Vidro, preservando a memória de uma época crucial para a indústria vidreira portuguesa. Os jardins envolventes, desenhados em estilo neoclássico e contemporâneo, completam este espaço que conta a história da manufatura do vidro na região.
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