Assente numa plataforma de três degraus em granito, o pelourinho de Arcos apresenta uma coluna de base quadrada que se transforma progressivamente em secção oitavada, característica dos pelourinhos quinhentistas.
A história local remonta ao início do século XII, quando o lugar de Arcos foi doado pelo Conde D. Henrique a D. Garcia Rodrigues da Fonseca. As primeiras referências document…
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Assente numa plataforma de três degraus em granito, o pelourinho de Arcos apresenta uma coluna de base quadrada que se transforma progressivamente em secção oitavada, característica dos pelourinhos quinhentistas.
A história local remonta ao início do século XII, quando o lugar de Arcos foi doado pelo Conde D. Henrique a D. Garcia Rodrigues da Fonseca. As primeiras referências documentais surgem em 1129, quando Gonçalo Mendes faz doação de parte das suas terras ao mosteiro cisterciense de Salzedas. Em 1214, Arcos é mencionada pela primeira vez como vila.
O pelourinho, situado próximo dos antigos edifícios judiciais, mantém elementos originais como o fuste de pedra e o remate piramidal coroado por uma pequena esfera. A estrutura atual inclui elementos reconstruídos, nomeadamente a plataforma de degraus, que não existia em meados do século XX.
Este monumento simboliza a autonomia administrativa local, marcando o centro histórico da antiga povoação e preservando a memória das instituições concelhias que aqui funcionaram até à reforma administrativa do século XIX.
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